PUBLICIDADE
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Enrique Ricardo Lewandowski, encerrou agora há pouco a Audiência Pública que debatia a questão das cotas raciais nas instituições de ensino brasileiras. O debate foi iniciado na última quarta-feira, dia 03.
Lewandowski convocou a audiência depois que o Supremo recebeu duas ações sobre cotas raciais para julgar (ainda sem data definida). Uma delas, apresentada pelo DEM (Partido dos Democratas), é sobre os critérios raciais usados pela Universidade de Brasília (UnB) desde 2004. A outra foi apresentada por um candidato da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Ao longo destes três dias, o STF procurou ouvir políticos, professores, reitores, especialistas e advogados a favor e contra o sistema de cotas raciais nas universidades do país. A intenção é que esse debate sirva de referência nos futuros julgamentos do Supremo.
O principal argumento dos que defendem as cotas raciais é a dívida histórica que o Brasil tem com a população negra. Usaram como justificativa as desigualdades econômicas e educacionais entre os negros e os brancos.
Já os expositores contra as cotas afirmaram que o sistema pode ajudar a aumentar o preconceito, principalmente dentro das universidades. Eles alegaram também a dificuldade em distinguir quem é ou não é negro. Em 2007, a UnB aceitou um irmão como cotista racial e rejeitou o pedido do outro. Detalhe: irmãos gêmeos!
A cobertura completa dos três dias de debate você pode conferir no site do iG Educação.
Veja também:
05/03: Universidades defendem autonomia para adoção de cotas
Dia da Consciência Negra e as cotas raciais
Canal exclusivo sobre cotas nas universidades brasileiras
Por Adriano Lesme
Lewandowski convocou a audiência depois que o Supremo recebeu duas ações sobre cotas raciais para julgar (ainda sem data definida). Uma delas, apresentada pelo DEM (Partido dos Democratas), é sobre os critérios raciais usados pela Universidade de Brasília (UnB) desde 2004. A outra foi apresentada por um candidato da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Ao longo destes três dias, o STF procurou ouvir políticos, professores, reitores, especialistas e advogados a favor e contra o sistema de cotas raciais nas universidades do país. A intenção é que esse debate sirva de referência nos futuros julgamentos do Supremo.
O principal argumento dos que defendem as cotas raciais é a dívida histórica que o Brasil tem com a população negra. Usaram como justificativa as desigualdades econômicas e educacionais entre os negros e os brancos.
Já os expositores contra as cotas afirmaram que o sistema pode ajudar a aumentar o preconceito, principalmente dentro das universidades. Eles alegaram também a dificuldade em distinguir quem é ou não é negro. Em 2007, a UnB aceitou um irmão como cotista racial e rejeitou o pedido do outro. Detalhe: irmãos gêmeos!
A cobertura completa dos três dias de debate você pode conferir no site do iG Educação.
Veja também:
05/03: Universidades defendem autonomia para adoção de cotas
Dia da Consciência Negra e as cotas raciais
Canal exclusivo sobre cotas nas universidades brasileiras
Por Adriano Lesme
