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O Ministério Público Federal abriu inquérito esta semana para apurar se as universidades de São Paulo devem ser responsabilizadas por trotes violentos que ocorram dentro ou fora de suas dependências. É o que afirma o procurador Jeferson Aparecido Dias. Segundo ele, como as universidades não estão tomando providências para conter as ações dos veteranos, elas podem estar sendo coniventes com os crimes.
Um dos principais casos registrados foi o dos calouros de Medicina de uma faculdade da cidade de Catanduva, a 379 quilômetros da capital paulista. Fotos divulgadas na internet mostram os estudantes com as calças abaixadas em um viaduto que passa sobre uma das mais movimentadas avenidas da cidade. As moças foram poupadas, mas tiveram as roupas cortadas.
O procurador ressalta que as universidades possuem licença federal para atuar, por isso, podem ser responsabilizadas pelo Ministério Público Federal. No caso dos administradores, a função deles é equivalente a de um servidor público. Acrescenta ainda que crimes como extorsão, lesão corporal e constrangimento têm que ser investigados pela Polícia Civil e acompanhados pelo Ministério Público Estadual.
Dias reforça também que os estudantes devem perder o medo de denunciar para que os culpados sejam punidos pelos seus atos.
* com informações da ANUP
Veja também:
Trote universitário: uma atitude questionável
Por Wanessa de Almeida
Um dos principais casos registrados foi o dos calouros de Medicina de uma faculdade da cidade de Catanduva, a 379 quilômetros da capital paulista. Fotos divulgadas na internet mostram os estudantes com as calças abaixadas em um viaduto que passa sobre uma das mais movimentadas avenidas da cidade. As moças foram poupadas, mas tiveram as roupas cortadas.
O procurador ressalta que as universidades possuem licença federal para atuar, por isso, podem ser responsabilizadas pelo Ministério Público Federal. No caso dos administradores, a função deles é equivalente a de um servidor público. Acrescenta ainda que crimes como extorsão, lesão corporal e constrangimento têm que ser investigados pela Polícia Civil e acompanhados pelo Ministério Público Estadual.
Dias reforça também que os estudantes devem perder o medo de denunciar para que os culpados sejam punidos pelos seus atos.
* com informações da ANUP
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