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No final desta tarde, o Ministério da Educação (MEC) divulgou o balanço preliminar do primeiro Sistema de Seleção Unificada, o SiSU. Cerca de 85% das vagas oferecidas foram preenchidas, sobrando um pouco mais de 7 mil sem serem ocupadas.
Ao contrário do que se vê nas primeiras chamadas dos vestibulares pelo Brasil, quando o número de matriculados representa uma grande percentagem das vagas oferecidas, no SiSU aconteceu o inverso.
Na primeira etapa do sistema, apenas 15.358 estudantes fizeram a matrícula, entre os mais de 47 mil aprovados. Este baixo número se justifica na “brincadeira” que alguns estudantes fizeram, quando se candidataram a vagas que não desejavam.
Confira aqui o balanço
Ao final das três etapas mais a lista de espera, o balanço mostrou que 40.789 alunos concluíram suas matrículas nas instituições da qual foram aprovados. O preenchimento das demais vagas será determinada pelas próprias instituições participantes do SiSU. Elas irão obedecer a lista de espera do sistema, que já conta com 136 mil estudantes.
Em relação a distribuição de matriculados por estados, o Rio de Janeiro teve o maior número até o final da terceira etapa. Foram 5.082 estudantes registrados, entre os 33.039 convocados. Não houve matriculados nos estados do Amapá, Ceará, Acre e Mato Grosso do Sul.
Mobilidade
O balanço divulgado hoje também mostrou que cresceu o número de alunos que cursam universidade fora do Estado de origem. A mobilidade deste SiSU foi de 25%, contra 1% do balanço anterior, segundo o MEC.
Baseado neste aumento, o MEC incrementou o Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), que ajuda as universidades a receberem alunos de outros estados. O orçamento para este ano é de R$ 300 milhões. No primeiro ano do programa, foi de R$ 126 milhões.
Confusão
O MEC havia informado que iria divulgar junto com o balanço o número de candidatos afetados com a alteração da lista de espera do SiSU (entenda o caso), mas isto não foi feito. De acordo com relatos de estudantes prejudicados e universidades envolvidas, estima-se que o número seja perto de 30. Eles agora aguardam as chamadas de vagas remanescentes.
Por Adriano Lesme
Ao contrário do que se vê nas primeiras chamadas dos vestibulares pelo Brasil, quando o número de matriculados representa uma grande percentagem das vagas oferecidas, no SiSU aconteceu o inverso.
Na primeira etapa do sistema, apenas 15.358 estudantes fizeram a matrícula, entre os mais de 47 mil aprovados. Este baixo número se justifica na “brincadeira” que alguns estudantes fizeram, quando se candidataram a vagas que não desejavam.
Confira aqui o balanço
Ao final das três etapas mais a lista de espera, o balanço mostrou que 40.789 alunos concluíram suas matrículas nas instituições da qual foram aprovados. O preenchimento das demais vagas será determinada pelas próprias instituições participantes do SiSU. Elas irão obedecer a lista de espera do sistema, que já conta com 136 mil estudantes.
Em relação a distribuição de matriculados por estados, o Rio de Janeiro teve o maior número até o final da terceira etapa. Foram 5.082 estudantes registrados, entre os 33.039 convocados. Não houve matriculados nos estados do Amapá, Ceará, Acre e Mato Grosso do Sul.
Mobilidade
O balanço divulgado hoje também mostrou que cresceu o número de alunos que cursam universidade fora do Estado de origem. A mobilidade deste SiSU foi de 25%, contra 1% do balanço anterior, segundo o MEC.
Baseado neste aumento, o MEC incrementou o Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), que ajuda as universidades a receberem alunos de outros estados. O orçamento para este ano é de R$ 300 milhões. No primeiro ano do programa, foi de R$ 126 milhões.
Confusão
O MEC havia informado que iria divulgar junto com o balanço o número de candidatos afetados com a alteração da lista de espera do SiSU (entenda o caso), mas isto não foi feito. De acordo com relatos de estudantes prejudicados e universidades envolvidas, estima-se que o número seja perto de 30. Eles agora aguardam as chamadas de vagas remanescentes.
Por Adriano Lesme
