O uso de anabolizantes desde que as academias se tornaram um dos exercícios mais praticados no Brasil e mundo afora sempre fora algo visado pelos indivíduos praticantes da musculação devido aos resultados rápidos e maior aproveitamento dos treinos. Ainda que anabolizantes sejam legalizados no Brasil, embora com restrições, o uso e a comercialização acabam sendo bem frequente entre os brasileiros praticantes do esporte, quase como se não houvesse regulamentação da Anvisa como apontam os dados da Associação Médica Brasileira (AMB), que registrou um volume de vendas de anabolizantes industrializados de 45% entre 2019 e 2021. (Melhore a contextualização do tema e formule a tese)
Com todas essas informações, vemos influencers como Paulo Muzy, Renato Cariani, Balestrin, Toguro e entre tantos outros que fazem uso do fármaco e embora não indiquem o uso, acabam influenciando uma série de jovens devido aos seus capitais simbólicos, afetando a consciência dos homens que pretendem melhorar suas fisionomias (Melhore a apresentação dessa discussão). O grande problema disso tudo, (Sem vírgula) é que, o que vem fácil, vai fácil e todo atalho há riscos. Em 23 de maio de 2026, morre Gabriel Ganley, aos 22 anos, usuário de anabolizantes e que devido ao uso teve uma súbita cardíaca decorrente de cardiomiopatia hipertrófica, segundo o atestado de óbito e o laudo do Instituto Médico Legal (IML). Os problemas que houvera com o rapaz em questão decorrem por conta do alto volume de distorção aos hormônios que os esteróides causam. Sintomas como taquicardia, aumento do cortisol, raiva, acne, envelhecimento e queda na longevidade são as consequências do uso. (Argumentação expositiva)
O comércio ilegal de anabolizantes no Brasil é uma atividade criminosa complexa que envolve a fabricação clandestina, importação irregular de insumos e venda sem receita médica. O mercado ilegal movimenta milhões de reais e é frequentemente alvo de grandes operações policiais federais e estaduais, tendo a Polícia Federal (PF) tendo feito ainda em 2026 uma operação no Espírito Santo (ES) contra o comércio ilegal do estado em questão. O mercado é altamente lucrativo, que caso a Polícia Federal não tivesse abatido os traficantes com êxito na Operação Bomba em 2023, teria rendido um total de 31 milhões aos envolvidos. Um outro dado preocupante é que, segundo relatórios forenses federais, 98,8% dos anabolizantes apreendidos em 2024 apresentavam alguma irregularidade, e quase metade dos produtos clandestinos analisados eram falsificados. (Reestruture)
No tocante a tudo isso, um outro problema que a sociedade vê é a perda de arrecadação tributária já que há uma alta sonegação de impostos na atividade, custos para o SUS (Desenvolva a sigla) com problemas como AVC, infertilidade, insuficiência cardíaca e derivados do uso da droga em questão, acarretando em eventuais improdutividades dos usuários na sua força de trabalho e gerando gasto aos cofres públicos com um problema de ordem pública. Além de tudo, acaba fortalecendo o crime organizado no comércio ilegal de drogas, já que, o acesso é muito mais fácil, rápido e barato, o que é um grande atrativo aos jovens que consomem o conteúdo dos fisiculturista nas redes sociais, que também é outra grande culpada nesse caso de desordem social.
Os desafios para a resolução desse problema não são poucos. De um lado, temos influencers, do outro, incapacidade da Polícia em e suas instituições em cuidar dos casos, e por fim, as redes sociais. Em todo esse mar de contradições, se faz necessário um maior endurecimento das leis contra os anabolizantes que seria feito em parceria com os Conselhos de Medicina e o Ministério Público. Não só isso, se faz de suma necessidade uma regulamentação das redes sociais e responsabilização dos ditos influencers no que postam em suas redes e cuidado com suas imagens pessoais, sendo essas regulamentações efetuadas pelo Ministério Público e, por fim, uma campanha de conscientização social dos governos com o relato de ex-usuários em conjunto a comunidade científica para maior esclarecimento das consequências. Numa sociedade tão hedônica como a nossa, se faz necessário maior autonomia da ordem, pois, se o homem é a medida de todas as coisas o homem pode ser o lobo do homem, como outrora disse Thomas Hobbes. (Não apresentou a proposta propriamente dita)
Dados correção tradicional
Lembre-se: há um limite de 30 linhas para desenvolver as discussões.
| Competência | Nota | Motivo |
| Domínio da modalidade escrita formal | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| NOTA FINAL: 680 | ||
| Nível 0 | Nota 0 |
| Nível 1 | Nota 40 |
| Nível 2 | Nota 80 |
| Nível 3 | Nota 120 |
| Nível 4 | Nota 160 |
| Nível 5 | Nota 200 |