O documentário "Holocausto Brasileiro" apresenta como pessoas com distúrbios – ainda desconhecidos na época – foram negligenciadas e ignoradas pela sociedade, hábito que se perpetua até os dias atuais. Assim, entende-se que a falta de conhecimento sobre doenças raras e, consequentemente, a escassez de acesso aos tratamentos se mantém como um desafio a ser enfrentado pela nação brasileira. Desse modo, é inegável a importância da participação do Governo no financiamento e incentivo de estudos relacionados às doenças incomuns, com a finalidade de democratizar e melhorar a saúde mental.
Em primeiro lugar, o filme "Órfã" – inspirado em um caso real – aborda uma garota com uma doença rara e desconhecida, na qual apenas o cérebro amadurece e sua família demora para entender a condição. (Há uma "quebra" de lógica aqui. Melhore a relação entre as ideias) A partir disso, compreende-se a importância dos estudos acerca de condições raras e a busca de tratamentos e curas adequadas para os que mais precisam. Paralelo a isto, é relevante frisar que o envolvimento do Estado, com apoio financeiro e estrutural é fundamental para a realização das pesquisas, visando também uma melhoria na saúde pública nacional.
(Boa estratégia coesiva) Além disso, a dificuldade do acesso aos poucos tratamentos disponíveis torna ainda mais complicada a situação para os doentes, como aponta o Dr. Drauzio Varela: "O doente não pode esperar o tempo da burocracia". Nesse sentido, fica claro como a expansão dos centros de saúde pública é essencial, com mais profissionais e organização, objetivando facilitar e acelerar o processo de adesão aos tratamentos. Conclui-se, portando, que a formação de profissionais qualificados e preparados para enfrentar tal demanda é crucial para a melhora na democratização dos tratamentos de doenças raras invisibilizadas.
(Boa estratégia coesiva) Em síntese, nota-se que a falta de estudos de doenças raras e a escassez de acesso aos tratamentos perdura na precariedade de investimentos por parte do Governo, que distribui de forma desproporcional a renda à hospitais públicos. Logo, o Estado deve melhorar a administração de recursos financeiros às instituições a partir de um valor mínimo estipulado através da demanda social, a fim de melhorar a infraestrutura e a qualidade dos profissionais. Somente assim, o estigma associado à doenças raras deixará de existir.
Dados correção tradicional
Bons argumentos, no entanto precisam ser reestruturados e mais explorados ao longo do desenvolvimento. Bom estudo!
| Competência | Nota | Motivo |
| Domínio da modalidade escrita formal | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| NOTA FINAL: 760 | ||
| Nível 0 | Nota 0 |
| Nível 1 | Nota 40 |
| Nível 2 | Nota 80 |
| Nível 3 | Nota 120 |
| Nível 4 | Nota 160 |
| Nível 5 | Nota 200 |