No começo da colonização, com os surgimentos dos engenhos no século XVI, eram bem definidos os papeis sociais entre homens e mulher. Nesse sentido a figura feminina era controlada pelo poder paternalista do senhor de engenho. Em paralelo, quinhentos anos depois, as mulheres passaram a ter maior autonomia e com isso a violência contra elas se tornou ferramenta de controle social, direta ou indiretamente elas são vítimas ainda do sistema patriarcal. Dessa forma a insegurança em denunciar e a perpetuação do patriarcalismo faz inúmeras vítimas sem pudor.
Primeiramente, o vínculo com o agressor dificulta a coragem de mulheres denunciarem esses indivíduos. Sob essa óptica , o filósofo contemporâneo Michael Foucault, em sua obra "Vigiar e Punir", cita as relações de dominação entre os mais fortes e os mais frágeis, e nessa situação em que a mulher é sujeitada geralmente é possível notar o desiquilíbrio emocional delas e por essas e outras figuras, (Sem vírgula) acabam desistindo de agir, o que se torna após um tempo uma situação criminosa (Reestruture essa discussão). Análogo a isso, sem contenção do problema pode ocorrer um feminicídio, o que não é incomum para um país com as maiores taxas dessa modalidade criminosa, é preciso que se torne possível a denúncia delas nos setores de defesa da mulher e que não seja comum tantos casos de violência contra elas.
(Boa estratégia coesiva) Além disso, a figura do homem como núcleo de família cria ainda um problema de submissão das mulheres. Sem a emancipação delas a permanência em casa ou corte de recursos são ameaças que induz o desiquilíbrio psicológico delas. Nessa óptica , o psicanalista Sigmund Freud coloca esse grau de submissão devido a um trauma de infância, é bem provável que nesse trauma há uma participação do pai, pois por ele que é aplicado as punições mais severas. É por isso que para quem já foi vítima de companheiros homens precisam passar por um acompanhamento psicológico antes de tudo.
(Boa estratégia coesiva) Portanto, para que mulheres não sejam agredidas por diversos tipos de violência, inclusive a vicária, é preciso do apoio do estado. O ministério da mulher deverá fortalecer a força emancipadora delas, por meio da criação de pontos em que reúnam as mulheres vítimas ou não, para que compartilhem experiências com o apoio devido de psicólogos, criem a devida coragem para enfrentar esse problema e que não haja em cada pedaço do país uma “casa grande” opressora. (Proposta incompleta)
Dados correção tradicional
Delimite e explore as discussões com clareza e produtividade. Bom estudo!
| Competência | Nota | Motivo |
| Domínio da modalidade escrita formal | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| NOTA FINAL: 720 | ||
| Nível 0 | Nota 0 |
| Nível 1 | Nota 40 |
| Nível 2 | Nota 80 |
| Nível 3 | Nota 120 |
| Nível 4 | Nota 160 |
| Nível 5 | Nota 200 |