De acordo com o sociólogo Émilie Durkheim, a sociedade pode ser comparada a um corpo biológico por ser, assim como esse, composta por partes que interagem entre si. Desse modo, para que esse organismo seja igualitário e coeso, é necessário que todos os direitos dos cidadãos sejam garantidos. Contudo, isso, no Brasil, não ocorre, pois ainda há desafios para o fim da escala 6 x 1 e a promoção da qualidade de vida e produtividade no país.
Em primeiro lugar, é importante destacar a negligência dos governantes para com a qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros. Segundo Thomas Hobbes, o Estado deve garantir o bem-estar dos cidadãos, no entanto, não é o que se observa no cotidiano de funcionários submetidos à jornadas laborais exaustivas voltadas, exclusivamente, ao enriquecimento dos empregadores e excluem a necessidade de descanso e de lazer dos servidores (Como, exatamente, o Estado é negligente? Deixe claro). Diante disso, nota-se a ausência de políticas públicas que garantam aos brasileiros mais qualidade de vida no âmbito trabalhista, configurando o descaso estatal nessa problemática.
(Boa estratégia coesiva) Convém lembrar ainda que a produtividade - hoje estabelecida em um regime de seis dias trabalhados para apenas um de descanso - é um dos pontos mais debatidos na discussão sobre o fim dessa escala de seis para um. Consoante Claude Lévi-Strauss, só é possível compreender as ações coletivas, (Sem vírgula) através dos eventos históricos. Nesse sentido, a origem desse padrão trabalhista teve sua origem no século XVIII durante a Revolução Industrial inglesa, a qual moldou as relações de labor e produção. Com isso, nota-se que a produtividade exaustiva característica da escala 6 para 1, mesmo que presente na sociedade contemporânea, apresenta raízes indissociáveis às condições trabalhistas e de exploração em prol da produtividade oriundas da Revolução Industrial na Inglaterra.
(Boa estratégia coesiva) Em decorrência disso, cabe ao Estado reverter o cenário de negligência ao qual brasileiros estão expostos. Isso pode ser alcançado, (Sem vírgula) através da criação de mais políticas públicas voltadas à proteção do bem-estar e da qualidade de vida de trabalhadores brasileiros. Além disso, promover propagandas - utilizando canais de TV, rádio e internet - para conscientizar toda a população sobre seus direitos trabalhistas e atraírem mais empregadores para apoiar o fim da escala 6 x 1 e redemocratizar o bem-estar dos trabalhadores no Brasil. (Proposta completa)
Dados correção tradicional
Mantenha os aspectos positivos. Bom estudo!
| Competência | Nota | Motivo |
| Domínio da modalidade escrita formal | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos | 200 | Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| NOTA FINAL: 880 | ||
| Nível 0 | Nota 0 |
| Nível 1 | Nota 40 |
| Nível 2 | Nota 80 |
| Nível 3 | Nota 120 |
| Nível 4 | Nota 160 |
| Nível 5 | Nota 200 |